11 de junho de 2011

Não se pode negar, fato!

Amigas semprem querem o bem umas das outras, né Camila? ♥


O povo me ama, fato! 
       É incrivel como me surpreendo com coisas pequenas (aos olhos dos outros). Não sei o porque, mas mesmo com todas as minhas anomalias o povo me ama, fato! 
     Pois é, eu vivo num vai e vem de pensamentos e atitudes que muitas vezes não são justificáveis. Eu sou uma pessoa complicada, admito, mas mesmo assim o povo me ama, fato!
     Eu choro demais, sou sensível demais: irritantemente sensível. Mas mesmo com todas as lágrimas, o povo me ama, fato!
     Eu tenho o costume de mudar bruscamente de humor, dizem que sou bipolar, e por isso deixo minhas amigas confusas o tempo inteiro. Me chamam de lesa, mas eu sei que me amam, fato!
      Se eu caio, tropeço, ou esbarro em alguma coisa, insistem em chamar-me de desastrada e desatenta. Mas eu sei, que é exatamente por esse motivo que me amam tanto, fato! 
     Certa vez um amigo me disse que eu era como uma casca de árvore - oca, e disse que odiava o fato de eu estar sempre feliz, que não suportava uma pessoa irritantemente simpática como eu. O fato de ter sido comparada com uma casca de arvore mexe comigo até hoje, e quando to deprê me sinto oca e vazia, mas nem é por isso que o povo deixa de me amar, fato!
     Eu sou marvilhosamente gorda, mas não quero permanecer assim. Dizem que eu sou fofinha, mas eu sei que estão me iludindo pra eu me sentir menos mal. E é por isso que eu sei que me amam, fato!
     Outras pessoas se sentem incomodadas com meu comportamento manhoso, porque sou carinhosa em excesso. Mas mesmo me chamando de mimada e de guria me amam, posso sentir, é fato!
     Não sei como nem porque, mas mesmo sendo considerada anormal, sensível, irritante, feliz, desastrada, lesa, manhosa, deprê, mimada, guria, bipolar, etc. 
     EU SEI, eles me amam. Pode até não ser um amor gigantesco, mas todas as qualidades/defeitos me unem sempre mais a eles, os meus AMIGOS.
E eu posso sentir esse amor, porque mesmo conhecendo meus defeitos eles me aceitam como eu sou, do mesmo modo que eu aprendi a me aceitar assim, exatamente assim. Todos os dias, eu vejo o modo de cada um descrever esse amor, individualmente, de maneira sutil e particular.  E isso faz com que eu me sinta bem, faz com que eu me sinta amada.
      E assim  como todos eu me amo, lógico!

P.S.: o fato de eu saber tudo isso não faz de mim uma pessoa convencida, faz?

5 de maio de 2011

Família, amor incondicional e inexplicável.


    Família perfeita não existe? Já ouvi muitas pessoas falarem isso ao reclamarem de suas vidas familiares. Pode até ser que não exista uma família perfeita, mas a minha é. E eu considero minha família perfeita não por ela ser ideal, e sim por ela ser cheia de defeitos. A minha família pode não ser a melhor aos olhos dos outros, mas é para mim. 

    Meus pais são os melhores do mundo mesmo que eu reclame muitas vezes, eles que me dão sustento e força quando preciso e me dão carinho inginito sempre. Foram eles que me conceberam e cuidaram para que eu crescesse saudável fisica e mentalmente, me educaram, e me ensinaram a discernir o certo do errado. Me ensinaram principalmente a amar, a perdoar,  a não julgar as pessoas e a dar um voto de confiança a elas. Meus pais são os melhores porque me ensinaram a ser justa, e mesmo que eu não seja sempre ou não siga sempre o que eles ensinaram, eu sei que eles sempre estarão do meu lado, eu tendo defeitos ou não, nos meus erros e acertos, nas minhas alegrias e tristezas.
Já com meus irmãos, ambos mais velhos que eu, a situação é um pouco diferente. 
    Minha irmã chega a ser insurpotável as vezes, é intrometida, mandona, chata, perfeccionista e é daquelas pessoas que não se olham no espelho. Mas eu sei que ela tem um coração bom, as vezes bom até demais. Chega a ser tão boa a ponto de fazer pelos outros o que não faz nem pra si mesma. É carente, carinhosa, manhosa e muito inteligente. Eu a amo apesar de todas as implicancias, brigas e discussões. Ela faz parte da minha família, é sangue do meu sangue, e é impossível explicar o amor que sinto por ela, pois é uma contradição infinita entre o lado bom e o lado ruim de Djanira.
    O Ediclei é tranquilo, não se mete na minha vida e eu não me meto na dele. Não somos irmãos de conversar sobre tudo, mas a gente se ama bastante. As vezes não sei dizer se conheço meu irmão o suficiente para falar sobre ele. Só sei que ele sabe respeitar e valorizar as pessoas que são importantes e que tem seus momentos de sensibilidade e de grosseria como qualquer ser humano.

    Querendo ou não admitir nossa família é cheia de defeitos, mas a união que existe aqui falta em muitos outros lares. A gente reclama, entra em choque, ri e chora. Mas sabemos que estaremos juntos, seja na hora da dificuldade como na hora da tranquilidade.

Eu AMO a minha família e ela é TUDO pra mim.

2 de março de 2011

Leva, nem vai fazer falta!

Hoje a noite fui presenteada com aquela sensaçãozinha de desespero...
E tudo porque dois homens em uma moto, aparentemente normais, me abordaram quando ia saindo da casa de uma amiga e disseram: PASSA O CELULAR. Eu entreguei o celular e disseram: PASSA A BOLSA.
No auge da minha falta de noção ainda pedi que deixassem os documentos, mas eles só fizeram roubar e sair. E eu? Eu fiquei no meio da rua, sem bolsa, sem celular, e sem um monte de outras coisas que uma estudante universitária precisa no seu dia a dia de corrreria.
Fico revoltada com essas coisas...
Eu já sou tão rica pra ser assaltada assim,ou melhor, sou  mais que rica, sou sortuda! Ontem meu cartão de passagens dos onibus simplesmente caiu no esgoto da rua, hoje me levam o resto. Preciso me benzer!
O pior não é em a sensação de vazio, de desespero, ou de não saber o que fazer pra recuperar tudo que foi perdido, e pagar tudo o que já se tinha pra pagar (que por mais que não seja ser muito, no bolso de alguém que depende dos pais é quase um desfalque). O pior de toda a situação é o medo que fica pulsando nas veias, aquela agonia de andar pela rua com 8 olhos, dois na frente, dois atrás e dois de cada lado esperando pelos proximos assaltantes.
Enfim, amanhã ainda tem aquele processo incomodo de ir a delegacia fazer Boletim de Ocorrencia (porque o site simplesmente não abre), e tentar resgatar o chip do celular (de novo).
E que eles façam bom proveito das MINHAS coisas, porque nem vai fazer falta né!?

25 de fevereiro de 2011

Eu só sinto sua falta, só isso...

Sabe quando uma coisa fica martelando no seu peito por dias e mais dias, e não para de te incomodar nunca!?
Me sinto exatamente assim...
Há dias venho tentando encontrar o motivo da minha tristeza repentina, sabe aquela tristeza que explode do seu peito sem ver nem por que?
E hoje, parando novamente pra analisar, eu descobri que me falta algo, que indiretamente tem um buraquinho no meu peito, e a culpa talvez seja toda minha.
Fico triste quando sei que vacilei com alguem, e fico pra morrer quando sei que esse alguém com quem vacilei era meu melhor amigo, a PESSOA com quem passei horas e horas rindo no msn, ou no telefone, quase nunca em corpo presente.
Nunca pensei que um amigo de bate papo poderia se tornar tão importante pra mim (mesmo que ele nao consiga imaginar o quanto). A verdade é que ele não sabe quantas vezes chorei por não saber como agir com ele, ou quantas vezes oprimi meus sentimentos por não querer perder a amizade que era (é) valiosa pra mim, ou ainda quantas vezes briguei com minhas melhores amigas por julgar ele mal. Tão importante pra mim.
 E o íncrivel de tudo, é que por mais que eu tente explicar o porque de tudo, as palavras que eu organizo com tanto esforço soam fracas, porque palavra nenhuma é capaz de descrever um sentimento, imagina um misto de sentimentos? Eeu até que tentei sufocar algumas mágoas que ficaram, deixar delado e cultivar algo bom, mas sou só mais um ser fraco, que não em controle sobre as próprias emoções e, direta ou indiretamente age na intenção de se proteger, ou não se magoar ainda mais.

Vou ser mais direta:

A questão é, eu errei eu sei, peço desculpas. Mas se errei não foi sem motivos, e se você acha que foi sem um motivo de grande importancia, acredite, há tanta coisa que me levou ao erro que se VOCÊ pudesse entender sentiria tudo o que senti e sinto e teria pena de si mesmo.
Falar o quanto você me faz falta não adianta, porque pelo que pude conhecer de ti em 10 meses pude perceber que certas atitudes levam a um caminho sem volta, e eu escolhi um desses caminhos por pura distração, imbecilidade ou fraqueza mesmo. Você faz muita falta pra mim pessoinha, e não imagina como eu me sinto por estarmos nessa situação. Talvez você não sinta tanto quanto eu ou não sinta nada, ou nao possa imaginar como me sinto, ou possa pensar que é tudo um monte de palavras inúteis e mentirosas. Talvez você não tenha me conhecido o bastante pra saber como me sentia com relação a você, ou talvez você nem se incomode com nada. Mas só eu sei como eu sinto sua falta, e como você faz falta.
Sei que provavelmente você não chegará a ler esse texto tão desastrosamente escrito, mas eu precisava desabafar, e desabafei aqui onde sei que você pode ler, vou fazer por onde te trazer até aqui pra você saber um pouquinho de como me sinto. Mesmo que não adiante mais, e mesmo eu sabendo que você odeia mensagens indiretas, pelo menos você vai saber que eu não estou feliz com o rumo que as coisas tomaram.
Você faz muita falta, e eu já estou sendo incoerente demais pra ser compreensivel.
Talvez você não entenda uma grama da tonelada que escrevi, talvez não adiante, e talvez você nem dê noticias nem sinal de ter lido ou não, de entender ou não, de desculpar ou não. Eu digo talvez, porque tenho esperança de você dar notícia ou falar comigo, ou querer conversar sobre isso mesmo não tendo saco pra isso no momento.
Enfim pessoa, a escolha agora é sua, eu to aqui.

20 de fevereiro de 2011

I love English, that's it!


Well, my classes have started last week, and the first thing that my teacher Sandra Dias asked to me was to write an autobiography to tell her what is my experience with English Language. Here I am to tell you too.

 One day, when I was a kid, I asked my sister to tell me the meaning of one thing that I saw in her papers "I ♥ you" and she told me that it was Eu te amo in English, I thought it wonderfull that I could say Eu te amo and a lot of other things in a different way, so I took my brother's English book and started to read it, first in English than the translation in Portuguese. It was my first contact with English, I think I was 8 years old and it was fascinating to me reading the phrases with the translations and learning new words. The first thing that I said in English was "I like to drink milk" to a friend, and she said: Dione, you can speak English if you want to.
Then, in 2002 I started to study English at school, and it was really interesting, the only class that I spent the hole week waiting to watch. And I remember that there were a collection of stickers from Freegells in 2003, and the stickers comes with a picture, the name in English and the meaning in portuguese, I had a lot of these stickers because I liked English a lot. In 2006 I decided to became an English's teacher because one of my teachers, so I started to study English in an Idiom school called Anglo Brazilian. In 2009 I started to study English at University. Now I'm still studying English, and falling in love again everyday.

That's it! ;)

I LOOOOVE ENGLISH.

4 de fevereiro de 2011

Só um poquinho cansada...

É, é isso mesmo. Estou de férias e estou cansada, dá pra acreditar!? É estranho me sentir assim, porque eu estou verdadeiramente CANSADA. Cansada de me sentir inútil, cansada de estar parada, cansada de não conseguir o que quero, cansada de me ver como uma verdadeira sugadora das posses do meu pai, cansada de não poder andar com meus próprios pés, de não assumir minhas próprias responsabilidades e de ser preguiçosa, cansada de não cumprir as promessas que faço pra mim mesma. Achou pouco?Pode até ser pouco pra alguém que tem tudo isso, que tem sua própria liberdade, que tem independencia.
Não estou mais aguentando isso, eu tenho 19 anos de idade e nunca trabalhei na vida. Certo que nunca tive real necessidade de trabalhar, meu pai sempre sustentou minhas necessidades mais urgentes, mas agora eu sinto que é verdadeiramente preciso. Não que eu não tenha o suficiente, mas o que tenho não é meu, não vem de mim, e eu me sinto um nada por as coisas serem assim. Por eu ter que pedir 2 reais ao meu pai e muitas vezes ganhar um não em troca. Chega a ser humilhante, não é!?
Eu quero trabalhar. Isso é fato. Será que seria difícil conseguir um emprego ou trabalho qualquer pra não precisar passar por essas situações realmente constrangedoras?
O que me deixa ainda mais chateada com tudo isso, é que tem gente que acha que eu gosto de ser assim sabe!? Acham que eu gosto de depender do meu pai e viver as custas dele pra tudo até quando der, o que já ouvi muitas vezes e fiquei com o coração partido.
Não quero precisar passar por isso por muito tempo, mas quando falo em transferir o horário da universidade pra poder arrumar trabalho não deixam, o discurso é sempre o mesmo: mas você vai atrasar seu curso, não tem necessidade, seu pai quer que você estude e depois trabalhe. E eu digo: Ok. e o assunto se encerra. Mas todo mundo tem necessidades consumistas nesse mundo capitalista, e eu não quero mais saber de ter que pedir tudo o que eu quiser adquirir. É disso que eu to cansada, estou cansada de ser controlada, de ter minhas asas cortadas quando eu quero voar pra bem longe.
Não importa o que digam agora, eu vou procurar trabalho de meio turno pra ganhar uma merreca, mas vou começar a mover minha própria vida. Suprir minhas necessidades básicas e tentar salvar algum money pra meu futuro sonho de fazer um intercâmbio. Sei que não vai ser fácil, mas nada na vida é exatamente difícil quando se tem disposição e coragem.
Enfim, desabafei... Talvez eu esteja me sentindo um pouco menos cansada agora.

23 de janeiro de 2011

Oh, dúvida cruel ...

- Parei um pouquinho para organizar meus pensamentos hoje, ou melhor, estou parando agora e cheguei a uma terrivel conclusão: a dúvida é cruel.
Por exemplo, o título que eu havia escolhido para o blog anteriormente é muito utilizado por outros usuários o que fez com que eu tivesse um surto de criatividade na tentativa de ser diferente. Fiquei completamente frustrada quando me vi em busca de um novo título, porque estava na dúvida entre os já batidos 'pensamentos soltos' e 'palavras apenas, palavras pequenas' e 'simples assim', 'loucura qualquer' ou 'sigam as borboletas', trocando diversas vezes até agora, ainda sem ter a certeza de qual eu quero. O que não posso explicar é a aflição que essa simples e boba escolha de título está me causando, por causa da dúvida e da indecisão que eu estou sentindo.
 Aí me pergunto, se uma simples escolha de título me afeta de tal forma, e faz com que eu me sinta perdida, imagina decisões maiores e mais difíceis!? E se for uma situação em que eu não queira decidir nada!? Essa não escolha de decisão já seria uma decisão tomada? Eu não gosto de me complicar mas geralmente eu sou incoerente demais para ser compreensível.
 Só sei que essa tal da dúvida me acompanha sempre, e mesmo quando eu não quero ela perto de mim ela insiste em me fazer companhia. Dúvida atrevida !
E no fim das contas eu tomei uma decisão: tentarei ser menos duvidosa, e mais decidida começando por definir definitivamente o nome do Blog, que vai ser mesmo o meu complicado e embaraçoso 'loucura qualquer'. Agora vou explicar o porque de 'loucura qualquer' para que não fiquem dúvidas quanto a minha sanidade.

- Escolhi esse título por causa de uma música de título 'Tudo Bem', muitas vezes chamada de 'Loucura Qualquer' cantada por Lulu Santos e Ana Carolina. A letra da música me tocou desde o primeiro momento em que ouvi, e ela diz o seguinte:

Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
E quantas atirei
Tanta farpa, tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é so easy se viver
Hoje não consigo mais me lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu já deixei
Tantos bons, quantos maus motivos
Tantas vezes desilusão
Quase nunca a vida é um balão
- Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer -
Encostar no teu peito
E se isso for algum defeito por mim
Tudo bem

E fim, é isso. E tá explicado o porque do título e solucionado meus questionamentos e dúvidas.

21 de janeiro de 2011

Eis que o desafio foi aceito!

O espaço braco é sim assustador, e ainda assim irresistível.
- Admito que desde o ano passado eu vinha alimentando a idéia de criar um blog, e porque não criei !? Muito simples... MEDO.
Mas medo do que exatamente? de escrever é lógico... Como estudante de Letras me sinto no dever de escrever bem, e o que mais ouço (e leio) na universidade é que só se aprende a escrever escrevendo, que a escrita é um processo e que nunca um texto estará bom o suficiente para ser publicado sem antes ser feito um rascunho, uma releitura, edição, reajustes ortográficos e tudo o que for necessário para alcançar as tão sonhadas coesão e coerência. Bom, pra mim tudo isso é muito chato, mas é realmente necessário.
O meu medo em escrever se resume ao fato de eu não ter coragem o suficiente para todo esse processo, por isso decidi tentar escrever algo aqui, nada acadêmico, externar alguns pensamentos e sentimentos, opiniões e críticas, praticar minha escrita e perder esse bendito medo desnecessário. Encaro isso como um desafio, na verdade muitas coisas são desafio para mim porque sou uma pessoa literalmente covarde e medrosa, o espaço vazio na minha frente e o tracinho piscando me assustaram da mesma forma que uma folha de papel em branco e uma caneta.
Enfim, indiretamente já fiz tudo que meus professores pedem que eu faça: reli o texto do começo, troquei palavras que considerei inadequadas e tentei eliminar algumas vírgulas. Não sei se ficou bom mas já é um bom começo, é quase o mesmo que dizer: ACEITO o desafio. Meu primeiro post no Blog. Palmas para mim ! ;)