25 de setembro de 2011

Estou aqui...

 Essa semana eu estava em casa, tranquila e calma, quando um assunto um tanto delicado foi levantado - minha viagem de formatura para Londres. Ainda não disse aqui, mas minha turma na universidade decidiu trocar uma festa de formatura por uma viagem para Londres, com um curso durante três semanas em uma escola reconhecida internacionalmente, hospedagem e café da manhã e jantar incluídos, por um preço absurdamente barato, comparado ao que poderia ser se fosse uma viagem individual e não em grupo. Eu acho que já que eu só vou me formar uma vez na vida eu mereço um presente de formatura, e independentemente de ter ajuda financeira do meu pai ou não, eu vou tentar de todas as formas que eu conseguir levantar esse dinheiro. Meu pai não pode pagar por isso sozinho, eu sei, mas eu vou tentar e vou conseguir, nem que pra isso seja preciso meu nome ir pro SPC. Mesmo que alguém venha e diga, como já disseram, que eu não vou conseguir, que é impossível, EU VOU. A minha resposta a essa (as) pessoas é essa música. 




Eu quero mais do que você
Imagina que vou ter
Dos meus sonhos não vou desistir
Eu sou pontos de interrogação
Sem respostas na canção
Só entenda
Que nunca serei
O que querem pra mim
Não sou mais menino pra chorar
Sou um homem vou buscar
Meu destino
E vou mais além
Será,
Que mundo vai me dar
Uma chance de lutar
Ninguém sabe que
Estou aqui
Mas sei tudo que eu quero viver
Dos meus sonhos vou fazer
Um caminho traçado por mim
Por que todos querem controlar
Qualquer coisa que eu pensar
Se pra eles não estou aqui
Você vai um dia perceber
Que eu só quero te entender
E o meu nome você vai guardar
E eu quero ainda te provar
Que é você quem vai ficar
Ao meu lado
Se tudo estiver contra mim
Todos tentam me dizer
Que eu preciso crescer
Mas se ainda não tenho certeza
Do que quero ser
Tenho toda certeza
Daquilo que não vou fazer
Mas sei tudo que eu quero viver
Dos meus sonhos vou fazer
Um caminho traçado por mim
Por que todos querem controlar
Qualquer coisa que eu pensar
Se pra eles não estou aqui
Sou mais eu
Estou aqui, estou aqui,estou aqui...
Jota Quest

21 de setembro de 2011

A imagem diz tudo...


"O destino une e separa pessoas, e mesmo tão forte é incapaz de fazer com que esqueçamos pessoas que por algum momento nos fizeram felizes." (@Literatuitando)







16 de setembro de 2011

Thanks Harry...




Muitas pessoas me perguntam o porque de eu gostar tanto de Harry Potter. Não só perguntam como me julgam por eu gostar de uma coisa tão "..." melhor nem comentar. E eis que eu estou aqui para responder essa pergunta, um tanto inconveniente as vezes. Vou contar a história desde o comecinho, para que entendam direitinho.
Eu odiava Harry Potter, quando eu tinha doze anos. Não gostava nem de ouvir falar nesse livro que tirava a atenção dos meus primos das nossas brincadeiras costumeiras de dia de domingo. Dizia que era coisa do cão, como muita gente diz, que não prestava, que não era interessante. 
Era tão insuportável pra mim, que um dia cheguei na escola, na 6ª série, e minha professora de ciências tinha levado um filme para a gente assistir, adivinha qual era o filme? É isso mesmo. 
Eu não tinha nem a opção de sentar ao fundo porque todas as cadeiras estavam ocupadas, então fui obrigada a sentar lá na frente, pra assistir um filme bobo. Mas, no fim do filme eu já não pensava da mesma forma. Tinha me apaixonado pelo pobre menino orfão, maltratado pelos tios, que tinha encontrado um mundo diferente do seu, onde podia ser feliz, e ter amigos.
Começou aí, li o primeiro livro e depois o outro, e ganhei mais alguns. Sempre fui apaixonada por Harry, pois quando eu lia eu fugia da realidade. Eu era, e ainda sou, levada para um mundo irreal, mas fantástico. Gostava de ler principalmente quando estava triste ou magoada, Harry era meu melhor amigo naqueles momentos, e depois de algumas páginas eu já me sentia bem melhor. 
Harry me deu muitos amigos, amigos importantíssimos e valiosos. E desde o começo a amizade foi a lição mais importante que ele me ensinou.
Harry faz parte de um passado valioso, e só eu sei o quanto ele foi importante pra mim. Eu faço parte dessa geração, e não tenho medo de assumir isso. Sou fã, mas não por Harry Potter ser modinha, ou ter sido modinha. Sou fã, por ele ter me dado uma luz quando tudo era só escuridão. 
E agora que a série está terminada, eu só tenho a dizer uma coisa, uma única coisa:

Obrigado J.K. Obrigado Harry!

Não me importo que as pessoas não entendam. Ninguém me conhece melhor que eu mesma pra saber o que é bom e ruim pra mim. Ninguém pode me julgar por isso, porque eu tenho orgulho de fazer parte de algo que me faz e me fez muito bem.
Sentirei falta de todas as expectativas pré lançamento, mas os livros estão todos aqui pra me lembrar de como é bom conhecer e gostar de Harry Potter.

4 de setembro de 2011

And you just can't deny it...

As vezes penso não ser capaz de lidar com certos sentimentos, de verdade, me sinto completamente desnorteada em certas situações...
Lidar com o passado por exemplo, é muito difícil. É muito difícil esquecer pessoas, enterrar mágoas, apagar momentos, sentimentos, e principalmente, assumir que me enganei, me iludi a respeito de muita coisa, afinal nem tudo era o que como pensei.
Pessoas passaram por minha vida, amigos e amores, todos eles deixaram suas marcas, boas ou ruins, ou boas e ruins, depende da situação. Mágoa, do que foi ruim, saudade do que foi bom. 
No fim das contas talvez não importe, é passado. Mas mesmo estando muito feliz no presente, as lembranças existem para me lembrar do que foi bom, e também do que foi ruim. Hoje recebi uma notícia que trouxe a mim várias lembranças, positivas e negativas,  e fiquei parte do dia me sentindo tristinha, sem saber o motivo exatamente. Até que realizei, que certas lembranças de um tempo bom não merecem ser apagadas , mesmo que a vida tenha tirado o protagonista delas da sua vida. A lembranças ruins trazem dor, são como cicatrizes na alma, que nunca serão apagadas também.
Certas coisas a  só se vive uma vez, e eu as vivi tão intensamente que não imaginei que acabariam um dia, mas acabaram. E hoje são só lembranças, que compõem o meu livro da vida. Ilusões talvez? Foi bom enquanto durou, a vida já deu suas voltas e embaralhou tudo de novo. Que cada um possa ser feliz do modo que for possível, aceitando sempre os caminhos que Deus traçou, fazendo escolhas e tomando decisões da melhor forma possível. Passado é passado, não volta mais.

Sometimes the past comes for you, and you just can't deny it...

1 de setembro de 2011

What if today was your last day?


  Você já parou pra pensar o que faria se hoje fosse seu último dia? Se não, pare e pense.
Eu dou aula de inglês no curso de extensão da universidade, e hoje levei uma música para meus alunos refletirem e relaxarem antes de começarmos a 2ª unidade do livro. A música é - If today was your last day, de Nickelback. (clipe à esquerda). 

   Sempre gostei dessa música, desde o primeiro momento em que a escutei, acho que é porque ela me faz pensar no quão inconsequente eu estou sendo com minha própria vida. 
Não podemos deixar a vida passar por nós como se fosse algo sem importância. A vida acaba sabia? 
    Acredito que quando vivemos o presente esperando o futuro, esquecemos de viver de verdade, de aproveitar cada momento, de não se importar com coisas irrelevantes. Acabamos por guardar mágoas passadas, se apegar a um passado que não volta mais, quando na verdade deveríamos estar dando o melhor de nós mesmos, para nós e para os outros.
    Hoje questionei meus alunos, perguntando "E se alguém chegasse e dissesse, Fulano, hoje é seu último dia na vida, amanhã você não existirá mais" o que vocês fariam? Eles ficaram pensativos, meio que calados, alguém disse que nem iria dormir. Mas se hoje fosse o MEU último dia, de uma coisa eu teria certeza, eu iria me arrepender de muita coisa que fiz, e que deixo de fazer todos os dias. Ia perceber que um dia é pouco pra tapar todos os pequenos buracos criados ao longo da vida. Eu sou uma pessoa muito acomodada, gosto de adiar as coisas até o ultimo momento. Mas não devo adiar mais nada, pois um dia pode ser tarde pra tentar ser uma pessoa melhor, mais educada, mais responsável, mais gentil. Um dia pode ser tarde pra falar a todas as pessoas que eu amo o quanto as amo de verdade. Meu avô já dizia que não devemos deixar pra amanhã o que podemos fazer hoje, o conselho é antigo, mas assim como minha querida amiga Sheyla Mayra diz, as vezes pensamos tarde demais no que deveríamos ter feito, e aí não dá mais pra voltar atrás. 
    Eu só quero dizer com isso, assim como a música diz por mim, que não importa quem você é, nem o que você faz. O importante é aproveitar cada dia como se fosse o último, buscando sempre fazer o bem, pra si e para o outro. Não devemos levar a vida como se amanhã pudéssemos resolver o que devemos resolver hoje, o amanhã pode não chegar, e pensar nisso é angustiante. Não queira reviver o passado, apenas guarde as lembranças boas. Não queira viver o futuro, fazendo isso você perderá o presente.  "Não adianta viver sonhando e se esquecer de viver" disse Alvo Dumbledore. Seja você mesmo, mesmo quando o mundo quer que você seja outra pessoa. Não podemos voltar atrás e mudar nossa história até o agora, mas podemos mudar agora, e viver agora, e ser feliz agora. O amanhã é incerto demais para confiarmos nele. 


31 de agosto de 2011

Respeitosas revoltas...

     É, pois é... Hoje o dia não foi lá muito agradável em alguns sentidos, em compensação aconteceram fatos que me deram o que pensar...
Minha irmã está grávida e hoje era o dia da consulta do pre-natal, então eu como uma tia babona e coruja resolvi ir com ela ao consultório médico para saber tudo a respeito do meu sobrinho(a). Chegando ao consultório, percebemos a super lotação do local. Haviam no mínimo umas 15 pessoas no hall do consultório, esperando a secretária chegar para organizar e saber quem tinha chegado primeiro e todo resolver aquele processo. Até aí tudo bem, mas quando a moça chegou que todas as 15 (ou mais) pessoas entraram na recepção do consultório foi assustador. Havia um total de 11 grávidas presentes, sem contar os acompanhantes, assim como eu, e apenas 8 ou 9 cadeiras. Foi onde me revoltei pela primeira vez, pois pude perceber que havia um dos acompanhantes muito bem sentado, provavelmente jogando no celular, enquanto haviam 5 mulheres GRÁVIDAs em pé... Fiquei observando por quanto tempo ele ficaria sentado, até que percebi que ele não planejava se levantar para ceder o assento para nenhuma delas. Eu como já estava em pé não pude fazer muita coisa, mas fiquei me corroendo por dentro e decidi sair da sala com minha irmã, pois haviam algumas cadeiras no corredor do prédio. Passei a tarde inteira sentada no chão, bem fresquinho, pois cedi a cadeira para outras grávidas que saíram da recepção. Mas fiquei o tempo todo pensando na falta de sensibilidade daquele homem, pois caso fosse a mulher dele em pé, ele provavelmente não ia achar agradável. Essa foi apenas minha primeira revolta pois ao sairmos da consulta, eu e minha irmã nos dirigimos ao ponto de ônibus para irmos para casa. O ônibus chegou, lotado pois voltava da universidade no horário de pico, 18:00. Nós ficamos em pé, e como minha irmã não está visivelmente grávida por estar apenas com 2 meses de gestação, não havia motivos visíveis para alguém ceder o lugar pra ela. Porém, ao meu lado vinha um senhor, também em pé, aparentemente com uns 60 e poucos anos de idade. Percebi que ele estava mal apoiado nas barras de ferro do ônibus, e fiquei revoltada mais uma vez. Um ônibus lotado de estudantes universitários, sentados inclusive nos assentos preferenciais, e um senhor idoso em pé, sendo obrigado a se equilibrar enquanto o ônibus sacolejava loucamente. Eu novamente não fiz nada, até eu chegar ao assento preferencial e o senhor sentar teríamos chegado no terminal de integração, que é o lugar onde a maioria dos estudantes descem. Mas enfim, novamente fiquei me perguntando como as pessoas conseguem ser tão mal-educadas, sem um pingo de sensibilidade e respeito ao próximo. 
A terceira vez que me revoltei foi quando entrei no ônibus que vai para a minha casa e olhei pro chão. Quase infartei ao ver pacotes de biscoito e salgadinho jogados no chão, como se o chão do ônibus fosse idêntico a uma lixeira. A quarta e última revolta foi ver um motorista passar direto do ponto quando, por coincidência,  uma mulher grávida pediu parada. Certo que tinha um outro ônibus no local, mas a obrigação do motorista era parar ali e apanhar passageiros. 
Enfim, após desabafar minhas revoltas de hoje, paro pra refletir em quanto as pessoas se tornaram mal-educadas, cegas e insensíveis. Garanto que se fosse a gente no lugar dessas pessoas, nós nos sentiríamos diminuídos, assim como me sinto um nada quando entro num ônibus lotado, cheia de livros nas mãos e tenho que fazer malabares  para me equilibrar em pé, e tudo isso por que ninguém, nem uma pessoinha, se ofereceu para segurar meus livros até algum assento ser desocupado e eu poder sentar. 
As pessoas perderam o pouco que restava de respeito ao próximo? Só pensam no seu conforto e nos seus problemas? E quando tiverem velhinhos, ou quando a mãe ou pai delas forem andar de ônibus? Será que elas gostarão de ir em pé enquanto tem uma criança de dois anos sentada em uma cadeira que é, POR LEI, delas? Você joga lixo no chão da sua casa? e por que fazer isso no ônibus? Acho que ninguém ia gostar se chegasse alguém na sua casa e jogasse o saco da pipoca no chão da sua sala, ia?. O mal do homem é achar que ele é único, e que pode se virar sozinho sem se importar com nada e nem ninguém. 
O respeito tá escasso, e a cada dia que passa vejo situações em que dá vontade de ser extremista e brigar com quem desrespeita o outro, afinal de contas, e além de tudo, eu não sou obrigada a fumar passivamente um cigarro em um ambiente em que é proibido fumar, tá lá a placa, e aí? Ninguém faz nada, nem eu mesma. E por que? Acho que é por falta de esperança, ou pra evitar confusão, não sei. Mas tento fazer minha parte. 
Tente fazer a sua também, tente se colocar no lugar do outro antes de fazer algo que vá prejudicar alguém além de você mesmo. Não queira pros outros o que nem você quer pra si mesmo. Respeite! que só é respeitando que você é respeitado. Seja educado, sorria para alguém. Ajude quando puder. Faz bem pra alma, eu garanto. Você não tem nada a ver com aquela pessoa, não tem nada a ver com a vida dela, mas se você se colocasse no lugar dela em qualquer situação você provavelmente gostaria que alguém fizesse algo por você também. Não extermine o que há de bom ainda nesse mundo. Seja gentil, apenas isso, e você provavelmente sentirá a recompensa. 

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, [...] ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes" (Albert Schweitzer  )

30 de agosto de 2011

3 wishes for today...



    Hoje fui para a universidade, como sempre morrendo de sono, mal sabia que a primeira aula me renderia pensamentos para um dia inteiro. A aula de literatura é sempre muito interessante apesar de monótona. Me impressiono sempre mais com a inteligência e experiência de vida que minha professora carrega e fico imaginando o quanto ela não deve ter vivido para estar onde está. Mas tá bom, hoje ela nos fez uma pergunta um tanto quanto intrigante, mais ou menos assim: Se Deus entrasse na sua casa, e dissesse que realizaria seus 3 desejos mais urgentes, quais seriam? Me pus a pensar, quais seriam as três coisas que eu mais quero na vida? Pensei logo na minha família, na minha vida profissional e em dinheiro.
       Mas pensei melhor e decidi que se isso viesse a acontecer de verdade algum dia, eu pediria primeiro que Deus restaurasse o mundo, devolvendo para a natureza tudo aquilo que o homem roubou, de forma que o mundo fosse novamente um lugar bom. Em segundo lugar pediria que Deus acabasse com a maldade e a ambição da humanidade, pois acredito que a ambição é a culpada por muitos e muitos defeitos do homem, se ela não existisse não haveriam motivos para querermos ser maior e melhor que ninguém e todos poderiam conviver em paz. Em terceiro lugar, pediria a Deus que iluminasse e guiasse a humanidade pelo caminho do bem, do amor e da paz, de forma que nós não pudéssemos mais nos perder de seus mandamentos e de seu amor. Sei que seria um caos no início, mas seria uma forma de recomeçar, de construir um novo mundo de maneira responsável, de respeitar para ser respeitado. Minha ideia pode até ser estranha, mas eu gostaria de vê-la realizada. 
     E se não se realizasse de uma forma tão radical, que se realizasse no dia a dia desse mundo conturbado em que vivemos mesmo.Eu só quero mais paz, mais respeito, mais sorrisos. Quero mais árvores, mais pássaros, mais borboletas. Quero mais educação, mais ética, mais compromisso. Quero mais amor, porque se tudo fosse feito com amor provavelmente todos os outros desejos seriam consequência dele. 
Eu não posso mudar o mundo, mas posso construir um. E eu juro que estou tentando fazer a minha parte, tornando o meu mundo um mundo melhor, baseando-me no que acredito ser bom.
     Voltando a aula de literatura, eu não desejaria ser imortal como muitos autores desejaram ou demonstraram querer. Tenho medo de morrer sim, mas esse medo é consequência de outros medos,  medo de não poder viver, de não poder fazer tudo o que desejo, de não poder dar um ultimo abraço nas pessoas que amo, medo de não ter tempo pra ser feliz. 
Enfim, como reza a lenda, ao soprar um dente-de-leão seus desejos se realizam, esperarei ansiosamente encontrar um, e enquanto isso não acontece eu me prestarei apenas a pedir que Deus tenha piedade de nós, e que não desista do mundo até que a ultima esperança se perca.

19 de julho de 2011

Ai o preconceito, como ele é ridículo...



     Bom, eu não sou a favor do homossexualismo, mas também não sou contra. Venho ouvindo demasiadamente esses dias, discursos de pessoas preconceituosas, umas dizendo que "o casamento gay não deveria ter sido aprovado", outras dizendo que a Rede Globo quer "enfiar na nossa cabeça que gay é normal, nos obrigar a aceitar viado" . Acho um absurdo esse tipo de coisa, primeiro que não existe casamento gay, união estável não é casamento, não é matrimônio, não é sacramento da igreja. Deus nos deu liberdade pra escolher entre o bem e o mal, se Deus condena a relação homossexual, só ele tem o direito de julgar a situação, nem eu nem ninguém pode se achar no direito de fazer isso por Ele. 
    Outra coisa, a Rede Globo está sim enfatizando o homossexualismo, mas o que ela está mostrando não é nada mais nada menos do que a realidade. O homossexualismo existe, e existe também a violência contra pessoas homossexuais. Você tem o direito de aceitar ou não a proposta da Globo de conscientizar as pessoas da existência desse tipo de situação, mas você também pode manter-se na ignorância, desrespeitando pessoas simplesmente por elas nao terem a mesma opinião que você, por elas optarem por ser diferentes, ou por elas serem diferentes mesmo sem querer. A maioria dos meus amigos são gays, e eu os amo e os respeito, porque sei que isso não muda nada sabe!? A vida não é minha, eu não me meto. Apenas respeito, porque não cabe a mim decidir o que é melhor pra ninguém, cada um sabe o que é melhor pra si. Eu também não apoio, não vou incentivar alguém a ser homossexual, não vou dizer que Deus concorda com isso, mas também não vou julgar.
    O preconceito é ridículo! É ridículo alguém se achar no direito de julgar os outros, seja por serem gays, negros,  gordos ou magros, nordestinos, estrangeiros, pobres, doentes ou diferentes de alguma forma. É ridículo se achar superior, é simplesmente ridículo.
    Além do mais, amor é amor, ele não muda, nem escolhe, ele simplesmente acontece. E não cabe a mim decidir onde ele vai acontecer.

11 de junho de 2011

Não se pode negar, fato!

Amigas semprem querem o bem umas das outras, né Camila? ♥


O povo me ama, fato! 
       É incrivel como me surpreendo com coisas pequenas (aos olhos dos outros). Não sei o porque, mas mesmo com todas as minhas anomalias o povo me ama, fato! 
     Pois é, eu vivo num vai e vem de pensamentos e atitudes que muitas vezes não são justificáveis. Eu sou uma pessoa complicada, admito, mas mesmo assim o povo me ama, fato!
     Eu choro demais, sou sensível demais: irritantemente sensível. Mas mesmo com todas as lágrimas, o povo me ama, fato!
     Eu tenho o costume de mudar bruscamente de humor, dizem que sou bipolar, e por isso deixo minhas amigas confusas o tempo inteiro. Me chamam de lesa, mas eu sei que me amam, fato!
      Se eu caio, tropeço, ou esbarro em alguma coisa, insistem em chamar-me de desastrada e desatenta. Mas eu sei, que é exatamente por esse motivo que me amam tanto, fato! 
     Certa vez um amigo me disse que eu era como uma casca de árvore - oca, e disse que odiava o fato de eu estar sempre feliz, que não suportava uma pessoa irritantemente simpática como eu. O fato de ter sido comparada com uma casca de arvore mexe comigo até hoje, e quando to deprê me sinto oca e vazia, mas nem é por isso que o povo deixa de me amar, fato!
     Eu sou marvilhosamente gorda, mas não quero permanecer assim. Dizem que eu sou fofinha, mas eu sei que estão me iludindo pra eu me sentir menos mal. E é por isso que eu sei que me amam, fato!
     Outras pessoas se sentem incomodadas com meu comportamento manhoso, porque sou carinhosa em excesso. Mas mesmo me chamando de mimada e de guria me amam, posso sentir, é fato!
     Não sei como nem porque, mas mesmo sendo considerada anormal, sensível, irritante, feliz, desastrada, lesa, manhosa, deprê, mimada, guria, bipolar, etc. 
     EU SEI, eles me amam. Pode até não ser um amor gigantesco, mas todas as qualidades/defeitos me unem sempre mais a eles, os meus AMIGOS.
E eu posso sentir esse amor, porque mesmo conhecendo meus defeitos eles me aceitam como eu sou, do mesmo modo que eu aprendi a me aceitar assim, exatamente assim. Todos os dias, eu vejo o modo de cada um descrever esse amor, individualmente, de maneira sutil e particular.  E isso faz com que eu me sinta bem, faz com que eu me sinta amada.
      E assim  como todos eu me amo, lógico!

P.S.: o fato de eu saber tudo isso não faz de mim uma pessoa convencida, faz?

5 de maio de 2011

Família, amor incondicional e inexplicável.


    Família perfeita não existe? Já ouvi muitas pessoas falarem isso ao reclamarem de suas vidas familiares. Pode até ser que não exista uma família perfeita, mas a minha é. E eu considero minha família perfeita não por ela ser ideal, e sim por ela ser cheia de defeitos. A minha família pode não ser a melhor aos olhos dos outros, mas é para mim. 

    Meus pais são os melhores do mundo mesmo que eu reclame muitas vezes, eles que me dão sustento e força quando preciso e me dão carinho inginito sempre. Foram eles que me conceberam e cuidaram para que eu crescesse saudável fisica e mentalmente, me educaram, e me ensinaram a discernir o certo do errado. Me ensinaram principalmente a amar, a perdoar,  a não julgar as pessoas e a dar um voto de confiança a elas. Meus pais são os melhores porque me ensinaram a ser justa, e mesmo que eu não seja sempre ou não siga sempre o que eles ensinaram, eu sei que eles sempre estarão do meu lado, eu tendo defeitos ou não, nos meus erros e acertos, nas minhas alegrias e tristezas.
Já com meus irmãos, ambos mais velhos que eu, a situação é um pouco diferente. 
    Minha irmã chega a ser insurpotável as vezes, é intrometida, mandona, chata, perfeccionista e é daquelas pessoas que não se olham no espelho. Mas eu sei que ela tem um coração bom, as vezes bom até demais. Chega a ser tão boa a ponto de fazer pelos outros o que não faz nem pra si mesma. É carente, carinhosa, manhosa e muito inteligente. Eu a amo apesar de todas as implicancias, brigas e discussões. Ela faz parte da minha família, é sangue do meu sangue, e é impossível explicar o amor que sinto por ela, pois é uma contradição infinita entre o lado bom e o lado ruim de Djanira.
    O Ediclei é tranquilo, não se mete na minha vida e eu não me meto na dele. Não somos irmãos de conversar sobre tudo, mas a gente se ama bastante. As vezes não sei dizer se conheço meu irmão o suficiente para falar sobre ele. Só sei que ele sabe respeitar e valorizar as pessoas que são importantes e que tem seus momentos de sensibilidade e de grosseria como qualquer ser humano.

    Querendo ou não admitir nossa família é cheia de defeitos, mas a união que existe aqui falta em muitos outros lares. A gente reclama, entra em choque, ri e chora. Mas sabemos que estaremos juntos, seja na hora da dificuldade como na hora da tranquilidade.

Eu AMO a minha família e ela é TUDO pra mim.